terça-feira, 29 de maio de 2012

Prendam o canalha


walmor julio ferreira filho
O Brasil está precisando urgente de um policial para dar voz de prisão ao ex-presidente Lula e levar preso para a Papuda, Bangu, Mossoró , Campo Grande, qualquer uma das penitenciarias do pais.


Por favor, leitor. Se achou forte demais meu apelo, vá à primeira banca de jornal, pegue a revista “Veja” desta semana, que está nas bancas, e leia a escandalosa e inacreditavel historia, em cinco paginas, contada pelo ministro e ex-presidente do Supremo Tribunal, Gilmar Mendes. Lula está assaltando e chantageando o Supremo, como um Zé Cazuza do PT.
...
O ex-presidente do Supremo, o notório e fraudulento Nelson Jobim, que confessou haver adulterado a Constituicao na Constituinte, para dar mais dinheiro aos banqueiros, convidou Gilmar Mendes a ir a seu escritório de lobby e advocacia administrativa em Brasilia. Lá estava Lula esperando,

CHANTAGEM
1- “Lula disse a Gilmar – “É inconveniente julgar esse processo (o Mernsalão) agora”. “Já teria sido indecoroso simplesmente por sugerir a um ministro do STF o adiamento de julgamento do interesse do seu partido. Mas o ex-presidente Lula cruzaria a fina linha que divide um encontro desse tipo entre uma conversa aceitável e um evidente constrangimento”.

2- “Depois de afirmar que detem o controle político da CPI do Cachoeira, Lula ofereceu proteção ao ministro Gilmar Mendes dizendo que ele não teria motivo para preocupação com as investigações. Se Gilmar aceitasse ajudar os mensaleiros,ele seria blindado na CPI. Um ex-presidente oferecendo saldo conduto a um ministro da mais alta corte do país.”

3 –“Fiquei perplexo, disse Gilmar à “Veja”, com o comportamento e as insinuações despropositadas do ex-presidente Lula. Lula perguntou: – “E a viagem à Berlim?” O ministro confirmou o encontro em Berlim com o senador Demostenes Torres e disse que pagou de seu bolso todas as suas despesas, tendo como comprovar as origens dos recursos: – “Vou à Berlim como você vai a São Bernardo. Minha filha mora lá. Vá fundo na CPI.”

AYRES BRITO
4 – “O ministro Gilmar relatou o encontro a dois senadores, ao Procurador Geral da República e ao Advogado Geral da União”.

“Mendes ainda ouviu Lula revelar que encarregaria o amigo Sepulveda Pertence de conversar sobre o processo com a ministra Carmen Lúcia, do STF: -“O Pertence vai cuidar dela”. E mais: “- Eu disse ao Toffoli que ele tem de participar do julgamento.” (Toffoli foi assessor de José Dirceu e a mulher dele, Roberta Rangel, é advogada de “Dirceu e três mensaleiros). Sobre Joaquim Barbosa:- “É um complexado, um traidor”. “O Dirceu está desesperado”.

O presidente do STF Ayres Brito resume: – “O Lula me disse que qualquer dia desses a gente toma um vinho. Depois que conversei com o Gilmar, acendeu a luz amarela”.


Chamem o policial da esquina para prender Lula.

Pois é, cadeia foi feito pra cachorro?

Explicações que não explicam numa nota que não diz nada

Reproduzo a seguir a nota do Instituto Lula sobre a reunião em que o ex-presidente assediou o ministro Gilmar Mendes. Vou tecer minhas considerações em seguida e pedir a atenção de vocês a alguns detalhes. Primeiro leiam com atenção o “desmentido” do Instituto Lula.
Sobre a reportagem da revista Veja publicada nesse final de semana, que apresenta uma versão atribuída ao ministro do STF, Gilmar Mendes, sobre um encontro com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 26 de abril, no escritório e na presença do ex-ministro Nelson Jobim, informamos o seguinte:


1. No dia 26 de abril, o ex-presidente Lula visitou o ex-ministro Nelson Jobim em seu escritório, onde também se encontrava o ministro Gilmar Mendes. A reunião existiu, mas a versão da Veja sobre o teor da conversa é inverídica. “Meu sentimento é de indignação”, disse o ex-presidente, sobre a reportagem.


2. Luiz Inácio Lula da Silva jamais interferiu ou tentou interferir nas decisões do Supremo ou da Procuradoria Geral da República em relação a ação penal do chamado Mensalão, ou a qualquer outro assunto da alçada do Judiciário ou do Ministério Público, nos oito anos em que foi presidente da República.


3. “O procurador Antonio Fernando de Souza apresentou a denúncia do chamado Mensalão ao STF e depois disso foi reconduzido ao cargo. Eu indiquei oito ministros do Supremo e nenhum deles pode registrar qualquer pressão ou injunção minha em favor de quem quer que seja”, afirmou Lula.


4. A autonomia e independência do Judiciário e do Ministério Público sempre foram rigorosamente respeitadas nos seus dois mandatos. O comportamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o mesmo, agora que não ocupa nenhum cargo público.


Assessoria de imprensa do Instituto Lula


Agora, alguns elementos de informação para que vocês possam, além do texto, entender o contexto.


1 – A nota não é de Lula, é do Instituto Lula. O autor usa o verbo na terceira pessoa do plural. Confira no fim do primeiro parágrafo: “informamos o seguinte”…


2 – A nota afirma que “o teor da conversa é inverídica (SIC)”. Mas não é Lula quem diz, e sim a assessoria do Instituto Lula.


3 – O alvo da nota não é Gilmar Mendes, é a Revista Veja (“a reportagem da revista Veja publicada nesse final de semana, que apresenta uma versão atribuída ao ministro do STF, Gilmar Mendes”). A versão não foi atribuída. Gilmar Mendes a confirmou ao Consultor Jurídico, ao Estadão, ao Zero Hora e à Rede Globo. Portanto, o alvo do desmentido está dolosamente equivocado.


4 – Lula rigorosamente não desmente Gilmar Mendes. Há duas declarações entre aspas. A primeira trata da indignação do ex-presidente (“Meu sentimento é de indignação”). A segunda faz referência ao passado, ao convívio de Lula com o STF ao tempo em que era presidente da República: ““O procurador Antonio Fernando de Souza apresentou a denúncia do chamado Mensalão ao STF e depois disso foi reconduzido ao cargo. Eu indiquei oito ministros do Supremo e nenhum deles pode registrar qualquer pressão ou injunção minha em favor de quem quer que seja”.Portanto, Lula não desmente Gilmar Mendes em nenhum trecho das declarações que lhe são atribuídas. De novo, quem desmente é a nota do Instituto Lula.


A seguir, no próximo post, você vai entender por que Lula não pode dar uma declaração cabal, ao seu estilo, e sepultar o assunto. Aguarde alguns minutos e você vai saber onde está o nexo que vincula a entrevista de Gilmar ao Zero Hora e a posição tíbia de Lula.
Fonte: http://www.pannunzio.com.br/


Ministro diz que esperava encontro social com Lula, mas acabou tendo diálogo pouco republicano com o ex-presidente




Gilmar Mendes: irritação com comentário de Lula sobre viagem a Berlim

Ailton de Freitas/ 12-04-2012 / O Globo

Na bela manhã de quinta-feira, dia 26 de abril, o ministro do STF Gilmar Mendes saiu de casa para, finalmente, encontrar-se com o ex-presidente Lula — com quem, até essa data, mantinha relações mais que cordiais — no escritório do amigo e ex-ministro Nelson Jobim.

O encontro fora marcado por Jobim, a pedido de Lula.

Mas, para Gilmar, o contexto era outro. Há muito, desde a cirurgia de garganta de Lula, ele se sentia devedor de uma visita ao ex-presidente.

O ministro chegou a tratar com Clara Ant, assessora de Lula, sobre a melhor data da visita.

Quando estava próxima de realizá-la, Gilmar soube que Lula se internara de novo.

Numa conversa com o presidente do Senado, José Sarney, este lhe comunicou que iria visitar o ex-presidente em São Paulo.

— Por favor, diga ao presidente Lula que estou tentando visitá-lo. O senhor bem que poderia me ajudar, marcando isso com ele — pediu Gilmar a Sarney.

Se há uma coisa que político gosta de fazer é mediar encontros.

Quando recebeu o convite de Jobim para encontrar-se com Lula, Gilmar ficou eufórico: finalmente, iria rever o amigo.

Na cabeça do ministro, o encontro seria social e afetivo e realizado por desejos de ambos. E, para ser mais justo, mais pela insistência de Gilmar do que de Lula.

Foi neste contexto que o encontro foi realizado. Convém esclarecer, também, que tudo isso e o que se segue foram reconstruídos seguindo os rastros das conversas que o ministro Gilmar Mendes passou a ter com vários interlocutores sobre o ocorrido.

Coincidentemente, Gilmar, naquele mesmo dia, tinha marcado um encontro com o presidente dos Democratas, o senador Agripino Maia.

Maia contaria aos correlegionários que Gilmar chegou ao encontro esbaforido, soltando fogo pelas ventas.

A história espalhou-se logo pelos Três Poderes. Formalmente, Gilmar relatou ao presidente do Supremo, Ayres de Britto. Mas contou ao amigo Sigmaringa Seixas e este, supõe-se, a Dilma.

Pelo contexto relatado acima percebe-se, claramente, que a ação de Lula era totalmente dispensável.

Primeiro, a de ter usado Jobim como intermediário.

Segundo erro, ao tentar sensibilizar Gilmar para assumir uma posição técnica, não política.

Se o ex-secretário da presidência de Lula e hoje funcionário do seu Instituto, o mineiro Luis Dulci, gostasse de trabalhar, teria preparado um resumo para o ex-presidente sobre as decisões mais importantes tomadas por Gilmar a favor do PT: rejeição da denúncia contra Gushiken: voto a favor de Palloci e recusa de denúncia contra Mercadante, entre outros.

Em todos esses episódios, os chamados "ministros amigos" foram todos votos contra o PT.

Mercadante, inclusive, nem poderia ter sido eleito senador e, muito menos, estar hoje no ministério da Educação, se tivesse dependido do voto de Sepúlveda Pertence.

Apesar de todas essas posições de Gilmar terem sido eminentemente técnicas, pode se dizer que houve também reciprocidade de Lula no trato com o ministro.

Gilmar vai morrer agradecendo a Lula a solução de diversos problemas do Supremo que dependiam administrativamente do governo.

Tanto isso é verdade que, no governo Lula, durante encontro social com um dos ministros, Gilmar Mendes, certa vez, tripudiou:

— Não adianta vocês me enrolarem, eu vou ao meu amigo Lula e ele resolve tudo.
Bem, isso sem contar a relação — e esta é a grande revelação — entre os casais Lula da Silva e Gilmar Mendes.

Em todos os aniversários, inclusive no último que passou em Brasília, comemorado só entre os íntimos, Gilmar e sua mulher Guiomar estavam lá.

No Torto, no Alvorada e até mesmo no restaurante “Feitiço Mineiro”, o casal Mendes era presença constante.

Maria Letícia e Guiomar transformaram-se em grandes amigas.


Por que Lula teria agido assim?

Prevalece a máxima do “perdoa, mas não esquece”. Lula não se esquece de que, por espionagem a Gilmar Mendes, numa conversa com o próprio Demóstenes, fora obrigado a demitir Paulo Lacerda da Abin.

Lula sentiu-se humilhado, já que a decisão foi resultado de uma delicada conversa sua, na época, com Gilmar, mediada pelo mesmo Jobim.

No encontro fatídico de agora, Lula voltou ao tema de raspão:

— Será que aquele grampo não foi feito pelo próprio Cachoeira ou mesmo Demóstenes ou alguém da turma deles?

Como, a essa altura, a conversa já não estava mais sendo republicana, Gilmar tirou a toga:

— Que é isso, Lula!

A prova de que seu governo era uma bagunça está no fato de que o homem de confiança da Abin, o homem de Paulo Lacerda na operação “Satiagraha”, era o Dadá!

Você sabia disso?


A coisa esquentou mesmo quando Lula, diante da declaração de Gilmar de que nada tinha a temer da CPI, perguntou-lhe com um tapinha nas costas:

— E a história de Berlim?

Quem diz que tapinha não dói? Doeu mais que a pergunta. O revide foi mais forte:

— Lula, você continua, como sempre, desinformado! Vá em frente!

Foi aí que Gilmar teve a prova definitiva de que tinha sido escolhido pelo PT como símbolo da tentativa de desmoralizar o Judiciário.

O que tem deixado Gilmar Mendes mais indignado é que se considera vítima de um bem articulado plano de difamação que corre não apenas pelas mídias sociais, mas no mais antigo e eficaz meio de comunicação: o terrível boca a boca.

A conversa começou republicana, com Gilmar lembrando a Lula da necessidade de se preencher as próximas duas vagas do Supremo com critérios bem técnicos e não políticos.

É que se suspeita de uma manobra para o mensalão ser votado só depois da nomeação dos novos ministros.

Gilmar defende o julgamento agora para evitar a confusão e suspeição em que se revestiriam essas nomeações, até porque, sendo em agosto, o tribunal não estaria desfalcado de dois ministros que conhecem bem a matéria como os demais.

O assunto CPI começou quando Lula disse que a tinha sob comando e, numa prova de que estava entre amigos, chegou até a confidenciar ter acertado nomeando Odair Cunha ( PT -- MG) como relator:

— O Vaccarezza não seria uma boa solução.

O seu poder de articulação é tão grande, que ele acabou se envolvendo com parlamentares comprometidos com esses esquemas.


27/05/12  

Para Marco Aurélio, Gilmar Mendes está 'acima de qualquer suspeita'

Valor Online

BRASÍLIA - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello afirmou ao Valor que a atitude do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva significaria "um abandono a um respeito maior às instituições", caso se confirme o relato do ministro Gilmar Mendes, segundo o qual o ex-presidente lhe propôs adiar o julgamento do mensalão em troca de proteção na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Cachoeira. Mello também afirmou que o Supremo não está sujeito a pressões e que Mendes está "acima de qualquer suspeita."
Valor - Há uma tentativa de pressionar o Supremo?
Marco Aurélio Mello - Se ocorreu realmente como colocado, nós temos a revelação da quadra vivenciada. É o abandono a um respeito maior às instituições. Todos nós estamos perplexos com o fato. Não me refiro à colocação do presidente Lula de que não seria conveniente o julgamento, mas a uma pressão explícita ou implícita, no que se aludiu à blindagem [do ministro Gilmar Mendes na CPI]. O ministro Gilmar Mendes não precisa de blindagem nenhuma. Até aqui, é um homem acima de qualquer suspeita.
Valor - Como o senhor avalia o relato feito pelo ministro sobre a conversa com o ex-presidente?
Mello - Tudo é surpreendente, agora o presidente Lula negou que tivesse tido aquela conversa, o ministro Nelson Jobim, que seria o outro integrante da reunião, também negou. Vamos ver a reação do Gilmar.
Valor - O senhor acha que o ex-presidente Lula e o ministro Gilmar Mendes deveriam se explicar na CPI?
Mello - Não, pois o fato não teria a ver com a CPI em si. Ela foi instalada com objetivo específico, não seria o questionamento de um fato posterior. O que digo é que não posso presumir o extravagante.
Valor - A que o senhor se refere como extravagante?
Mello - Penso que a sociedade acompanha esse descompasso agora notado, o que é muito ruim. Eu digo o descompasso no que o ministro Gilmar veiculou, e agora a negativa do presidente Lula. Não acredito que ele [Gilmar] possa ter criado nada, porque é um homem com larga experiência.
Valor - A corte foi atingida como instituição?
Mello - De forma alguma, ela não fica sujeita a pressões. Nós atuamos a partir de uma cadeira que é vitalícia.
Valor - O episódio interfere na proposta de julgar o mensalão em agosto?
Mello - Não. O julgamento tem que ocorrer de acordo com o que está no processo. O julgamento pode ser a partir de agosto, desde que o revisor [o ministro do STF Ricardo Lewandowski] devolva o processo.
(Maíra Magro | Valor)


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/brasil/para-marco-aurelio-gilmar-mendes-esta-acima-de-qualquer-suspeita-5050807.html#ixzz1wE9VI8Rl

Lula precisa ser ouvido, diz presidente do Supremo

FLÁVIO FERREIRA

DE SÃO PAULO

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Carlos Ayres Britto, afirmou nesta segunda-feira (28) que é preciso aguardar a manifestação do ex-presidente Lula sobre a conversa com o ministro do STF Gilmar Mendes, na qual o petista teria pedido o adiamento do processo do mensalão.
"O diálogo foi protagonizado por três agentes, três pessoas. Dois desses agentes já falaram. Dois já explicitaram sua interpretação dos fatos. Falta o terceiro. Aguardemos a fala do terceiro. Ouçamos o terceiro", disse Britto, ao ser indagado sobre a conversa após proferir palestra no 5º Congresso da Indústria da Comunicação, em São Paulo.
Segundo reportagem da revista "Veja", Mendes relatou que, em encontro em abril, Lula propôs blindar qualquer investigação sobre o ministro na CPI que investiga as relações de Carlinhos Cachoeira com políticos e empresários.
Em troca, o ministro apoiaria o adiamento do julgamento do mensalão.
A assessoria de Lula negou o conteúdo da conversa e afirmou que ele nunca interferiu em processo judicial.
Outros ministros do Supremo já se manifestaram sobre o assunto.
O ministro do STF Celso de Mello afirmou que, se estivesse no cargo, o ex-presidente Lula poderia sofrer um processo de impeachment.
"Se ainda fosse presidente da República, esse comportamento seria passível de impeachment por configurar infração político-administrativa, em que um chefe de poder tenta interferir em outro", disse Celso de Mello ao site Consultor Jurídico.
Já o ministro Marco Aurélio Mello afirmou à Folha que nunca deveria ter ocorrido o encontro entre os dois.
"Está tudo errado. É o tipo de acontecimento que não se coaduna com a liturgia do Supremo Tribunal Federal, nem de um ex-presidente da República ou de um ex-presidente do tribunal, caso o Nelson Jobim tenha de fato participado disso", disse o ministro.
A oposição informou que vai ingressar ainda hoje com pedido de investigação na Procuradoria Geral da República contra o ex-presidente.
DEM, PSDB, PPS e PSOL afirmam que Lula cometeu três crimes e precisa ser responsabilizado judicialmente.
A reunião ocorreu no escritório de Nelson Jobim, ex-ministro do governo Lula e ex-ministro do Supremo.
Lula disse a Mendes, segundo a "Veja", que é "inconveniente" julgar o processo agora e chegou a fazer referências a uma viagem a Berlim em que o ministro se encontrou com o senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO), hoje investigado na CPI.
Jobim confirmou o encontro em seu escritório, mas negou o teor. "Não houve essa conversa. Foi uma visita de cordialidade. Lula queria dar um abraço em Gilmar porque ele foi muito colaborativo [com o governo]" diz ele, que afirmou ter presenciado o encontro do início ao fim. 


Meu comentário. 
 ABSURDO!!!
Fosse outra pessoa qualquer não estaria já preso? Por que ainda vão esperar que seu lula se menifeste?
Ester

Gente que tenta chantagear a Justiça para impedir punição de criminosos tem é de estar na cadeia

Os partidos de oposição vão pedir que a Procuradoria Geral da República investigue Lula por três crimes: tráfico de influência, corrupção ativa e coação no curso do processo judicial. Acho que fica faltando ainda “obstrução da Justiça”. Bem, seja lá como for, o fato é que gente que tenta chantagear juízes para impedir a punição de crimes tem de estar na cadeia. Ponto!


Por Reinaldo Azevedo
28/05/2012 às 16:28

PERGUNTA

Depois de se auto-nomear chefe perpétuo do Executivo, do Legislativo e do Judiciário, o que mais O SR. LULLALAU HITLER MUSSOLINI ARMADINEJAD DA ÇILLVA quer ser?
1) "PRIZIDENTI" do Mundo
2) Consultor-Geral do Planeta
3) Gerente dos Estados Unidos
4) Imperador do Braziú
5) Rei da Europa
 Enviado por Gracialavida

__._,_.___


"Queiramos ou não a economia de mercado ( e a liberdade

Voces se lembram do caso da Lina Vieira x Dilma?

Dilma conseguiu se safar dessa e espero que o mesmo não aconteça com o apeDELTA. Gilmar Mendes não seria tão tolo em inventar sobre o assédio vergonhoso do ex-presiMentiroso.
Tornou-se um hábito o disse e desdisse do PT e a turma lá de trás vir com panos quentes. Nelson Jobim não é confiável, desde que adulterou a Constituição de 1988.
Nelson Jobim e Jose Dirceu planejam o trono da presidência desde 2003, quando surgiu o primeiro escândalo do governo do PT, mas o mensalão atrapalhou pelo menos os planos do Jose Dirceu na época, mas com certeza não vem atrapalhando os planos de Nelson Jobim.
Muito cuidado com ele!
SGuerra





Para defender Dilma, governo apresenta registros que negava
Depois de o Palácio do Planalto passar 20 dias sustentando que já não dispunha dos registros que poderiam comprovar o encontro entre a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) e a ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, o senador Romero Jucá (PMDB), líder no Senado, apresentou ontem os este documentos oficiais.


De acordo com os registros, Lina esteve quatro vezes no Planalto entre outubro de 2008 e maio de 2009 – mas não em dezembro, mês em que diz ter ouvido de Dilma pedido de pressa nas investigações sobre a família Sarney. “Se Lina esteve em outro dia, ela que fale e registre”, disse Jucá.


A oposição não se deu por satisfeita e afirmou que a versão oficial tem muitas contradições.


Fonte: Radiobras – O Globo
Por Rosanna Amazonas às 8:58 de 28/08/2009 
http://www.jangadeiroonline.com.br/tag/lina-vieira/

ATESTADO DE IDIOTAS - É O TÍTULO QUE DEVEMOS RECEBER...LOGO LOGO PELA GANG DO PT

"Lula entrava várias vezes no assunto da CPI", revela Gilmar Mendes
Ministro do STF concedeu entrevista a ZH e falou sobre o encontro que teve com o ex-presidente


Nesta segunda, ministro do STF participa em Manaus de evento da Escola Superior da Magistratura
Foto: Gil Ferreira / DivulgaçãoAdriana Irion


O ministro do Supremo Tribunal federal (STF) Gilmar Mendes passou o dia tentando evitar falar da polêmica causada com a matéria da revista Veja na qual ele contou a pressão que sofreu do ex-presidente Lula para adiar o julgamento do mensalão.


Fervoroso defensor do julgamento, Mendes não queria polemizar com o ex-ministro Nelson Jobim, que depois da divulgação da matéria negou que a conversa tivesse sido no sentido de interferir no julgamento a ser feito pelo STF. O encontro entre Mendes e Lula ocorreu no escritório de Jobim, em 26 de abril, em Brasília.


Ao conceder entrevista a Zero Hora no começo da tarde, Mendes demonstrou preocupação com o atraso para o início do julgamento e disse que o Supremo está sofrendo pressão em um momento delicado, em que está fragilizado pela proximidade de aposentadoria de dois dos seus 11 membros.


Confira o que disse o ministro em entrevista por telefone:


Zero Hora — Quando o senhor foi ao encontro do ex-presidente Lula não imaginou que poderia sofrer pressão envolvendo o mensalão?


Ministro Gilmar Mendes — Não. Tratava-se de uma conversa normal e inicialmente foi, de repassar assuntos. E eu me sentia devedor porque há algum tempo tentara visitá-lo e não conseguia. Em relação a minha jurisprudência em matéria criminal, pode fazer levantamento. Ninguém precisa me pedir para ser cuidadoso. Eu sou um dos mais rigorosos com essa matéria no Supremo. Eu não admito populismo judicial.


ZH — Sua viagem a Berlim tem motivado uma série de boatos. O senhor encontrou o senador Demóstenes Torres lá?


Mendes — Nos encontramos em Praga, eu tinha compromisso acadêmico em Granada, está no site do Tribunal. No fundo, isto é uma rede de intrigas, de fofoca e as pessoas ficam se alimentando disso. É esse modelo de estado policial. Dá-se para a polícia um poder enorme, ficam vazando coisas que escutam e não fazem o dever elementar de casa.


ZH — O senhor acredita que os vazamentos são por parte da polícia, de quem investigou?


Mendes — Ou de quem tem domínio disso. E aí espíritos menos nobres ficam se aproveitando disso. Estamos vivendo no Supremo um momento delicado, nós estamos atrasados nesse julgamento do mensalão, podia já ter começado.


ZH — Esse atraso não passa para a população uma ideia de que as pressões sobre o Supremo estão funcionando?


Mendes — Pois é, tudo isso é delicado. Está acontecendo porque o processo ainda não foi colocado em pauta. E acontecendo num momento delicado pelo qual o tribunal está passando. Três dos componentes do tribunal são pessoas recém nomeadas. O presidente está com mandato para terminar em novembro. Dois ministros deixam o tribunal até o novembro. É momento de fragilidade da instituição.


ZH — Quem pressiona o Supremo está se aproveitando dessa fragilidade?


Mendes — Claro. E imaginou que pudesse misturar questões. Por outro lado não julgar isso agora significa passar para o ano que vem e trazer uma pressão enorme sobre os colegas que serão indicados. A questão é toda institucional. Como eu venho defendendo expressamente o julgamento o mais rápido possível é capaz que alguma mente tenha pensado: "vamos amedrontá-lo". E é capaz que o próprio presidente esteja sob pressão dessas pessoas.


ZH — O senhor não pensou em relatar o teor da conversa antes?


Mendes — Fui contando a quem me procurava para contar alguma história. Eu só percebi que o fato era mais grave, porque além do episódio (do teor da conversa no encontro), depois, colegas de vocês (jornalistas), pessoas importantes em Brasília, vieram me falar que as notícias associavam meu nome a isso e que o próprio Lula estava fazendo isso.


ZH — Jornalistas disseram ao senhor que o Lula estava associando seu nome ao esquema Cachoeira?


Mendes — Isso. Alimentando isso.


ZH — E o que o senhor fez?


Mendes — Quando me contaram isso eu contei a elas (jornalistas) a conversa que tinha tido com ele (Lula).


ZH — Como foi essa conversa?


Mendes — Foi uma conversa repassando assuntos variados. Ele manifestou preocupação com a história do mensalão e eu disse da dificuldade do Tribunal de não julgar o mensalão este ano, porque vão sair dois, vão ter vários problemas dessa índole. Mas ele (Lula) entrava várias vezes no assunto da CPI, falando do controle, como não me diz respeito, não estou preocupado com a CPI.


ZH — Como ele demonstrou preocupação com o mensalão, o que falou?


Mendes — Lula falou que não era adequado julgar este ano, que haveria politização. E eu disse a ele que não tinha como não julgar este ano.


ZH— Ele disse que o José Dirceu está desesperado?


Mendes — Acho que fez comentário desse tipo.


ZH — Lula lhe ofereceu proteção na CPI?


Mendes — Quando a gente estava para finalizar, ele voltou ao assunto da CPMI e disse "que qualquer coisa que acontecesse, qualquer coisa, você me avisa", "qualquer coisa fala com a gente". Eu percebi que havia um tipo de insinuação. Eu disse: "Vou lhe dizer uma coisa, se o senhor está pensando que tenho algo a temer, o senhor está enganado, eu não tenho nada, minha relação com o Demóstenes era meramente institucional, como era com você". Aí ele levou um susto e disse: "e a viagem de Berlim." Percebi que tinha outras intenções naquilo.


ZH — O ex-ministro Nelson Jobim presenciou toda a conversa?


Mendes — Tanto é que quando se falou da história de Berlim e eu disse que ele (Lula) estava desinformado porque era uma rotina eu ir a Berlim, pois tenho filha lá, que não tinha nada de irregular, e citei até que o embaixador nos tinha recebido e tudo, o Jobim tentou ajudar, disse assim: "Não, o que ele está querendo dizer é que o Protógenes está querendo envolvê-lo na CPI." Eu disse: "O Protógenes está precisando é de proteção, ele está aparecendo como quem estivesse extorquindo o Cachoeira." Então, o Jobim sabe de tudo.


ZH — Jobim disse em entrevista a Zero Hora que Lula foi embora antes e o senhor ficou no escritório dele tratando de outros assuntos.


MendesNão, saímos juntos.


ZH — O senhor vê alternativa para tentar agilizar o julgamento do mensalão?


Mendes — O tribunal tem que fazer todo o esforço. No núcleo dessa politização está essa questão, esse retardo. É esse o quadro que se desenha. E esse é um tipo de método de partido clandestino.


ZH — Na conversa, Lula ele disse que falaria com outros ministros?


Mendes — Citou outros contatos. O que me pareceu heterodoxo foi o tipo de ênfase que ele está dando na CPI e a pretensão de tentar me envolver nisso.


ZH — O senhor acredita que possa existir gravação em que o senador Demóstenes e o Cachoeira conversam sobre o senhor, alguma coisa que esteja alimentando essa rede que tenta pressioná-lo?


Mendes — Bom, eu não posso saber do que existe. Só posso dizer o que sei e o que faço.


ZERO HORA
Enviado por Varlei Disiuta

OAB, sobre Lula X Gilmar Mendes: “desonroso, vergonhoso e inaceitável”

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, qualificou como “desonroso, vergonhoso e inaceitável” o comportamento do ex-presidente Lula, que teria pressionado o ministro Gilmar Mendes a adiar a votação do Mensalão e oferecido proteção ao magistrado na CPI do Cachoeira. Em nota divulgada no site da instituição, Ophir também cobrou explicações do ex-presidente.
Segue a íntegra da nota:
“O Supremo Tribunal Federal, como instância máxima da justiça brasileira, deve se manter imune a qualquer tipo de pressão ou ingerência. Ainda que o processo de nomeação de seus membros decorra de uma escolha pessoal do presidente da República, não cabe a este tratá-los como sendo de sua cota pessoal, exigindo proteção ou tratamento privilegiado, o que, além de desonroso, vergonhoso e inaceitável, retiraria dos ministros a independência e impessoalidade na análise dos fatos que lhe são submetidos.


São estas condições fundamentais para a atividade do julgador e garantias inarredáveis do Estado democrático de Direito. A ser confirmado o teor das conversas mantidas com um ministro titular do Supremo, configura-se de extrema gravidade, devendo o ex-presidente, cuja autoridade e prestígio lhe conferem responsabilidade pública, dar explicações para este gesto. Ao mesmo tempo, a Ordem dos Advogados do Brasil reafirma a sua confiança na independência dos ministros do Supremo Tribunal Federal para julgar, com isenção e no devido tempo, as demandas que constitucionalmente lhe são apresentadas.”
Fonte:http://www.pannunzio.com.br/

MARCO AURÉLIO PROTESTA

Em entrevista ao repórter Felipe Seligman, da Folha, o ministro d Marco Aurélio Mello afirma que nunca deveria ter ocorrido o encontro em que o colega Gilmar Mendes disse ter recebido do ex-presidente Lula pedido para adiar o julgamento do Mensalão. “Está tudo errado”, desbafou.
Ministro do STF Marco Aurélio Mello
Reprodução de foto de Sergio Lima, da Folha
FOLHA – Como o sr. avalia esse encontro do ministro Gilmar Mendes com o ex-presidente Lula e o pedido de adiar o julgamento?
MARCO AURÉLIO MELLO – Está tudo errado. É o tipo de acontecimento que não se coaduna com a liturgia do Supremo Tribunal Federal, nem de um ex-presidente da República ou de um ex-presidente do tribunal, caso o Nelson Jobim tenha de fato participado disso.
Interfere no funcionamento da Corte?
Precisamos compreender uma coisa: ministro do Supremo não é cooptável. No dia em que for, teremos que fechar o Brasil para balanço
O sr. acha que o Mensalão pode ser, de fato, adiado por pressões políticas?
Se eu fosse advogado de algum acusado estaria muito chateado com a situação. Pois parece um gol contra. Mas como julgador, continuo no mesmo patamar de isenção. Nada repercute. É o que eu tenho dito. Esse é um processo como tantos outros. Quando for liberado, será julgado. O que me preocupa é outra questão. Se tem gente que pensa que, diante de um ministro do Supremo, que é o órgão máximo do Judiciário, é capaz de interferir, interceder, influenciar, imagina o que deve acontecer com um juiz de primeira instância.

Representação contra Lula na Procuradoria-Geral


O senador Alvaro Dias anunciou no Plenário que o PSDB e demais partidos de oposição encaminharão representação à Procuradoria-Geral da República, alegando que os fatos divulgados pela revista "Veja" no último fim de semana apontam graves indícios da prática de crimes, pelo ex-presidente Lula, de corrupção ativa, coação e tráfico de influência. A representação cita artigos do Código Penal Brasileiro, segundo os quais constitui crime usar de violência ou grave ameaça contra autoridade, a fim de favorecer interesse próprio ou alheio e de intervir em processo judicial, policial ou administrativo. Os líderes dos partidos de oposição na Câmara e no Senado pedem, na representação, instauração de inquérito policial e que seja promovida a devida ação penal, em face da conduta flagrantemente explícita do ex-presidente da República. "O fato é grave, inusitado, afrontoso, ofende a consciência
democrática dos brasileiros. A atitude de Lula, entretanto, não surpreende, já que nos a... 


Assista aqui:http://www.youtube.com/watch?v=k69-ydln_ks&feature=em-share_video_user&noredirect=1

Enviado por Gracialavida

Palavra contra palavra...?

Chega de fazer teatrinho , Lula. Dizer que está com sentimento de indignação diante das denúncias feitas pelo ministro Gilmar Mendes, acusando-o de inventar mentiras a seu respeito é demais. Indignados estamos nós. Afinal, Lula está querendo abalar a credibilidade e a honradez de um ministro do Supremo Tribunal Federal, instituição que é o pilar central do Estado brasileiro?  Desacreditar um é desacreditar a todos os demais ministros, será que isso que Lula quer? Agora a questão é : crer na palavra  do togado Gilmar Mendes, ou ficar com a de um ex-presidente que sempre negou a autoria e/ou conhecimento de todos os escândalos que aconteceram em seu governo, ainda que se passassem debaixo de seu nariz. Palavra contra palavra eu fico com aquele que a tem:
     Gilmar Mendes.
Mara Montezuma Assaf

De frequentador da zona a crítico dos juros altos, José Alencar está a caminho da canonização

Texto de Ucho Haddad
 
No Brasil, a exemplo do que ocorre em boa parte do planeta, exigir coerência no mundo político é a mais hercúlea das tarefas. Quiçá não seja uma empreitada completamente impossível. Quando um político passa para o outro lado da vida, se é que isso de fato existe, suas mazelas chegam à sepultura muito antes do cadáver. O mau vira bom, o desonesto vira honesto, o implacável vira um coitado. Sem querer duvidar da sua honestidade, esse cenário já recobre a morte de José Alencar Gomes da Silva, vice-presidente da República nos dois mandatos de Lula da Silva (2003-2010), que morreu em São Paulo após mais de uma década de luta contra um câncer abdominal.
 
Tão logo subiu a rampa do Palácio do Planalto pela primeira vez, José Alencar não demorou a tecer suas críticas contra as altas taxas de juros. Mal sabia Alencar que os banqueiros derramaram verdadeiras fortunas na campanha de Lula e ao incauto povo brasileiro cabia pagar a conta. Como cabe até hoje. E o esperneio discursivo do empresário José Alencar pouco adiantou. Fosse um homem coerente, Alencar teria alcançado o boné e renunciado. Só não o fez por conta de interesses maiores.
 
Ano e meio depois de tomar posse ao lado de Lula, o simpático José Alencar adotou obsequioso silêncio diante do escândalo que ficou nacionalmente conhecido como “Mensalão do PT”, esquema criminoso de cooptação de parlamentares que trocaram a consciência por um punhado de dinheiro imundo. É verdade que todos são inocentes até prova em contrário, mas no PT de outrora rezava a regra de que para condenar alguém bastavam apenas evidências. A profecia é de autoria de José Dirceu de Oliveira e Silva, o Pedro Caroço, figura com a qual José Alencar conviveu sem qualquer reserva.
 
O agora santificado José Alencar apostou nas palavras do companheiro Lula, que certa vez disse com todas as letras que a China é uma economia de mercado. Certo de que o parceiro palaciano sabia das coisas, Alencar deflagrou um processo para abrir uma unidade de seu conglomerado têxtil no país da lendária muralha. Mesmo com o Brasil sofrendo há anos a concorrência desleal dos fabricantes chineses de tecidos e afins, Alencar exigiu que o projeto fosse cumprido à risca. E o mercado brasileiro de tecidos, que deveria ser defendido pelas autoridades verde-louras e também pelo então vice-presidente, foi mandado às favas inclusive por José Alencar.
 
Por ocasião da CPI dos Correios, que acabou investigando a fonte de financiamento do Mensalão petista, o nome da Coteminas veio à baila, pois a empresa de José Alencar recebeu em uma de suas contas bancárias um depósito de R$ 1 milhão feito pelo PT. Alencar, que logo tratou de isentar de qualquer culpa o seu conglomerado empresarial, alegou que as explicações deveriam ser cobradas do próprio PT. A operação, segundo José Alencar, decorreu do fornecimento de 2,75 milhões de camisetas aos candidatos petistas nas eleições municipais de 2004. O então presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, informou a José Alencar, horas depois da eclosão do escândalo, que o repasse à Coteminas não foi contabilizado pelo partido. A dívida, de R$ 12 milhões, correspondia à época a 50 carretas abarrotadas de camisetas. Para contemplar as necessidades de Lula e Alencar, o caso foi devidamente abafado.
 
Guindado ao Ministério da Defesa por decisão de Lula, o empresário José Alencar viu a sua Coteminas vender cada vez mais uniformes para o Exército brasileiro. Coincidência? Talvez, mas na política essa palavra não existe no dicionário.
 
Em 2006, ao aceitar o convite para novamente fazer dupla com Lula da Silva, José Alencar acabou por endossar o “Mensalão” e outros tantos escândalos de corrupção patrocinados pelo Partido dos Trabalhadores e por muitos palacianos. Na ocasião eclodiu o escândalo do Dossiê Cuiabá, conjunto de documentos apócrifos para prejudicar os então candidatos tucanos Geraldo Alckmin e José Serra. Mais uma vez, diante de um novo escárnio com a digital da esquerda brasileira, Alencar preferiu submergir.
 
No quase infindável imbróglio da Varig, coube a José Alencar aproximar o empresário Constantino Oliveira, o nada diplomático Nenê, do presidente Lula, que implorou para que o dono da Gol comprasse a outrora mais importante companhia de aviação do País. Muito estranhamente, Nenê Constantino, tão mineiro quanto José Alencar, atendeu aos apelos de Lula e arrematou a Varig por US$ 300 milhões, uma empresa que estava resumida à própria marca. Até hoje ninguém conseguiu entender a transação que nem mesmo o mais incauto investidor seria capaz de apostar suas economias, mas o universo do poder tem essas situações inexplicáveis.
 
Em agosto de 2010, ao ser entrevistado pelo apresentador Jô Soares, o nada elegante José Alencar aceitou falar sobre o processo de investigação de paternidade que lhe movia Rosemary de Morais, sua suposta filha, e a recusa em se submeter a um teste de DNA. Ao apresentador global o agora bonzinho José Alencar repetiu o que disse à Justiça. Que a mãe de sua suposta filha era prostituta e que ele [José Alencar] foi um frequentador contumaz das zonas de meretrício das cidades onde morou desde jovem. Ao expor a mãe da sua suposta filha de forma tão covarde e aviltante, José Alencar não apenas escancarou o seu caráter, mas mostrou ao mundo ser ele alguém bem diferente daquele que hoje, após a morte, a consternada população brasileira tenta canonizar.
 
Ter pena de José Alencar por conta da sua luta contra o câncer não causa espanto. Mas há milhares de brasileiros na mesma situação de Alencar e que lamentavelmente dependem do sistema público da saúde para lutar contra a morte. Esses sim são bravos lutadores, dignos de pena e do respeito incondicional de todos.
 
Em momento algum quero festejar a morte de alguém, até porque esse é o tipo de atitude que não se toma nem mesmo com os mais figadais inimigos, mas não se pode alçar aos céus com tanta rapidez quem ainda tem contas a acertar com o Criador.
 
De igual maneira, a minha manifestação não se trata de moralismo oportunista, mas serve como apelo aos brasileiros para que releiam a recente história política nacional e que mantenham a coerência no momento em que mais um político se despede da vida terrena.
 
Errar é humano, é verdade, mas o erro pontual pode ser transformado em plataforma de acertos futuros se o errante tiver um mínimo de massa cinzenta. Como sempre escrevo, digo e não canso de repetir, sou o melhor produto dos meus próprios erros. Ainda bem! E é por isso que espero que no momento da minha morte os meus inimigos preservem a coerência e mantenham as críticas que me fizeram ao longo da vida. Só assim descansarem em paz, ciente de que mesmo longe dessa barafunda continuarei coerente e incomodando.
 
O meu finado pai, que tantos bons exemplos me deixou, por certo não encontrou minha mãe na zona mais próxima, mas os que me odeiam podem continuar me chamando de filho da puta – o genial Jânio Quadros dizia que o melhor é se referir ao desafeto como “filho de puta” – com a anuência da minha respeitadíssima genitora. Fora isso, é preciso considerar que, assim como acontece com os árbitros de futebol, jornalistas políticos polêmicos sempre têm uma mãe sobressalente para os costumeiros e inevitáveis xingamentos.
E que o Criador escute as minhas preces e dispense ao ser humano José Alencar o tratamento devido, pois a sua luta pela vida foi inglória. Amém!
 
Fonte:
http://ucho.info/de-frequentador-da-zona-a-critico-dos-juros-altos-jose-alencar-esta-a-caminho-da-canonizacao  


Enviado por ॐ کρiT²°¹² ©

Ginástica verbal

15:33 \ Congresso

Na defesa de Lula
Como não poderia ser diferente, a ofensiva de Lula sobre os ministros do STF é o assunto da tarde na sessão do Senado.


Há pouco, Alvaro Dias usou a tribuna para tocar no assunto e foi interrompido pelo petista Jorge Viana. No aparte, Viana tentou defender o indefensável e chegou a levantar a suspeição de Gilmar Mendes ao dizer que ficaria com a versão de Nelson Jobim sobre a polêmica conversa em que Lula pediu a Mendes que retardasse o julgamento do Mensalão. Diante da ginástica verbal de Viana, Cristovam Buarque também pediu a palavra para alfinetar o petista:


– Se a versão do senador Jorge Viana for verdadeira, então penso que é preciso pedir o impeachment do ministro Gilmar Mendes por ter mentido…


Cristovam, claro, não quis defender o impeachment de Mendes, mas sim ironizar a defesa de Viana, que sequer ganha amparo do próprio Lula, em silêncio até agora.


Por Lauro Jardim

TAÍ A EXPLICAÇÃO!!!

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ENTENDERAM?

Enviado por Gracialavida

VENTOS DE MUDANÇA

Segunda feira, 28 de maio de 2012
:: FRANCISCO VIANNA
 
De tanto se indignar, ao que parece, o brasileiro vem perdendo essa capacidade. Na verdade, a indignação parece apenas ser um apanágio de uma reduzida elite de intelectuais misturados a pessoas que a manifestam de forma profissional porque querem recuperar privilégios políticos perdidos.
O que parece fora de dúvida é o fato de que temos sido um povo de conformados, de acomodados, de desinteressados pelos rumos que uma minoria militante tenta imprimir ao país, rumos esses tão sinistros quão possam ser, e que, certamente, nos remeterão a dias sombrios como os já vividos pela estupidez de quem, no mundo, já experimentou qualquer tipo de socialismo existente.
Temos sido apenas espectadores da atividade de uma escória organizada que tomou conta do Brasil através do voto incauto e irresponsável de uma ainda vasta parcela do eleitorado que PE mal politizada, ignorante e mal educada e colocou o estado a trabalhar em proveito próprio.
Os líderes das duas últimas décadas ou sucederam a si próprios no poder ou, simplesmente, criaram clones para fazê-lo. Atualmente, o conluio PT-PMDB e sua “base alugada”, com um PSDB apenas fingindo se opor, se apropriaram do estado brasileiro e o puseram a seu serviço em todas as frentes. E, enquanto essa extirpe de político, proveniente da escória do clientelismo e da decadência política em adiantado estado de putrefação, rouba e explora o cidadão, este, com a alegria fútil dos imbecis, grita “gol!”.
Estamos substituindo a capacidade de nos indignarmos e de possivelmente reagirmos civicamente a esta república de fancarias, por outra espécie de habilidade, canhestra, autodestrutiva e alienante, de fazer glosa e piadas com a nossa própria desdita.
Aí surgem as tiradas, muitas a primeira vista cômicas, mas que, no fundo denotam uma espécie de desistência moral em termos uma nação melhor, mais civilizada, e desenvolvida. Diz-se, por exemplo, que “os políticos são como as fraldas e devem ser trocados com frequência e pelos mesmos motivos”! Mas, os políticos não elegem a si próprios, somos nós que os colocamos onde estão com o nosso voto.
A atividade política é, por definição, uma das principais atividades do cidadão numa democracia, onde, quer com sua bolsa ou com sua presença e atuação, deve manter e aperfeiçoar o país em que vive, como nos bem ensinava Thomas Jefferson. Se isso não ocorre no Brasil atual – e possivelmente nunca ocorreu na história da república – o fato se deve a pouca clarividência da débil e despreparada cidadania brasileira. Vivemos hoje uma escoriocracia, ao invés de uma meritocracia, pelo simples fato de termos ainda uma imensa maioria do eleitorado brasileiro mal politizado e pouco informado sobre como levar este país a ser uma das maiores potências do mundo, como é consenso mundial atual, menos aqui, em nosso país. O mundo olha o nosso país com admiração enquanto nós mesmos o vemos com escárnio e desprezo.
Somos vítimas de sucessivos governos de viés socialista, que, como é característico de tal ideologia, tratam as pessoas como se fossem crianças ou débeis mentais e, de certo modo parecem ter razão, pois os socialistas constituem hoje grande parte da nossa classe política, com raras exceções.
Na onda negativista e autodestrutiva, vemos frases que surgem a título de pilhéria, tais como, “este maço de cigarros adverte: o governo faz mal à saúde”, ou ainda, “não roube; o governo detesta concorrência”, ou ainda, “errar é humano, mas insistir no erro e defendê-lo é política”.
Ora, isso é indigno e não deveria ser assim... Usando uma dessas frases, digo que “o maior castigo para quem não se interessa pela política é que será sempre governado pelos que se interessam” e que “o pior não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons”.
Certamente, se as autoridades sanitárias fossem fiscalizar o Congresso Nacional, teriam que decretar o seu fechamento a bem da saúde pública, pois forçosamente constatariam que todos os seus membros estão comendo no mesmo tacho... E comendo muito!
Há quem diga, por exemplo, jocosamente, que “os políticos eleitos e os ocupantes de cargos de confiança do governo são profundamente católicos, pois não assinam nada sem levar consigo um terço”...  Mas não há graça nenhuma nisso, ao contrário, só desgraça.
Os gramscistas, destarte, seguem sua linha de desmoralizar a democracia a partir de dentro, seja pela subversão de nossos valores morais e civilizacionais, seja cooptando o Judiciário e o Congresso à vontade do Executivo, gerando corrupção rampante garantida por uma impunidade que lhe é proporcional, causando assim o seu desmonte institucional no médio e no longo prazo, até que se sintam seguros em instaurar seu trágico modelo socialista que nunca deu certo em lugar nenhum do mundo.
De fato, tal implosão silenciosa do sistema democrático não se faz sem dinheiro. E o dinheiro não parece faltar, pois o modelo político do Brasil drena para o politiburo de Brasília mais de 70 por cento de toda a arrecadação tributária e de contribuições outras sem que um mínimo decente retorne em benefício do contribuinte. Com tanto dinheiro acumulado nas mãos de poucas pessoas – em detrimento dos estados e dos municípios – a coisa não poderia resultar diferente do que é.
Há erro de pessoas, mas, principalmente, de modelo político, numa economia que não vai lá muito bem das pernas tampouco e com a inflação a bater-lhe novamente com vigor às portas.
Devemos experimentar outro modelo? A maioria das pessoas acha que sim, mas essa maioria não tem muita noção de como deveria ser o novo modelo a substituir o atual e isso favorece ainda mais os socialistas. Eles sabem bem o que querem... 
O brasileiro parece rejeitar as experiências europeias e vê com uma ponta de admiração o que ocorreu com países como os EUA, a Austrália, o Canadá, a Nova Zelândia, a Coréia do Sul, e outros países que, com a mesma idade do nosso ou até bem mais novos, transformaram-se em ilhas de excelência e países altamente desenvolvidos.
Qual então o modelo capaz de reverter a situação trágica em que nos encontramos sob o ponto de vista político administrativo? Para terem uma resposta nova e ousada a essa questão crucial, recomendo que leiam o conteúdo dos websites abaixo:

O nosso país tem o nome de REPÚBLICA “FEDERALISTA” DO BRASIL, mas esse nome é mais um embuste, uma enganação que nos é empurrada goela abaixo, diuturnamente. Lendo o conteúdo das páginas da Internet acima, o leitor verá que o verdadeiro federalismo não tem nada a ver com o modelo político praticado no Brasil atualmente.

Não precisamos que o país mude de nome, mas que apenas faça com que o nome que ostenta seja autêntico e que o modelo de federalismo que venha a praticar seja legítimo e verdadeiro. 

Francisco Vianna

Abatido, Cabral defende viagens ao exterior

Quinze segundos bastaram para governador do Rio sumir, após discurso no palácio do governo
 RIO - Abatido, mais magro, ombros arqueados, olhos pesados. Na primeira aparição pública desde a troca de mensagens de celular com o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), o governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB), falou pouco, mas revelou muito. Sua fisionomia durante a solenidade de outorga de financiamento a pesquisadores, na manhã de ontem, demonstrava todo o desgaste pelo qual o peemedebista vem passando desde que se tornaram públicas fotos e vídeos em que aparece confraternizando com o dono da Delta Construções, Fernando Cavendish, em festas e jantares em Paris e Montecarlo. Cabral permaneceu no salão nobre do Palácio Guanabara, sede do governo do Rio, por pouco mais de uma hora. Discursou durante 15 minutos e desapareceu em 15 segundos, quando a solenidade foi declarada encerrada.

Saiu para as dependências internas do palácio driblando até os políticos do interior, que queriam bajulá-lo. O governador evitou a imprensa. Não falou, nem sequer dirigiu o olhar às câmeras e máquinas fotográficas que se posicionaram bem à sua frente. Antes dele, o vice-governador Luiz Fernando Pezão e o secretário de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso, fizeram uma espécie de desagravo a Cabral, chamando-o de “governador da segurança, da educação, da saúde, do desenvolvimento”, entre outros elogios. Em seu discurso, Cabral esboçou um resumo das conquistas de sua administração. De maneira discreta e sem fazer citações nominais, comparou sua gestão com as dos ex-aliados e atuais inimigos Rosinha e Anthony Garotinho (PR) – este responsável por divulgar as constrangedoras imagens dos colóquios europeus do peemedebista e do dono da Delta. O governador usou parte de seu discurso para defender suas viagens ao exterior. Citou três exemplos de investimentos estrangeiros que, segundo ele, vieram para o Rio depois que ele foi se encontrar com empresários em Londres, na Inglaterra, Boston e Nova York, nos Estados Unidos.

Apesar de também citar empresas francesas que ampliaram suas instalações no Rio, Cabral não fez nenhuma referência a suas viagens a Paris. Crise política, convocação à CPI, Cavendish, “você é nosso e nós somos teu (sic)” também foram temas que passaram em branco na solenidade do abatido Cabral. / A.J.

FONTE: O ESTADO DE S. PAULO em 24-05-2012.

domingo, 27 de maio de 2012

GÂNGSTER DA POLÍTICA

O imoral assédio de Lula aos ministros de STF visando influenciar pessoalmente o julgamento do Mensalão demonstra que estamos na fronteira definitiva da desmoralização desse Tribunal Superior. O motivo: ele está na base do desmoronamento do castelo de cartas da corrupção no país bastando dar para a gang dos 40 o merecido castigo que será a condenação e a prisão, pois os condenados não deixarão o verdadeiro chefe isento de culpas.
Temos sido obrigados a ficar muitas vezes perplexos com a passividade da sociedade diante daquele que, por tudo o que tem sido denunciado e divulgado pela mídia, se comporta como o maior gângster da história política do nosso país desde que assumiu o poder no seu primeiro mandato presidencial.

O senhor Luís Inácio Lula da Silva se apresenta com um poder paralelo na máquina governamental inaceitável em qualquer nação que busque uma verdadeira democracia para trilhar seus caminhos.


De forma assustadora uma máfia do suborno e da corrupção praticamente já tomou conta do controle jurídico e político do nosso país, que tem atualmente suas Forças Armadas, depauperada e humilhadas – tratadas pelos petistas como “milicos de merda” – aprisionadas nos quartéis, devendo obediência a comandantes covardes e apátridas que desonram todos os dias as fardas que vestem por se submeterem, sem esboçarem qualquer reação de proteção à sociedade, aos bandidos que tomam conta do poder público.


Já está muito claro para a sociedade que a presidente Dilma nada mais é do que uma mera coadjuvante do projeto de poder do PT comandado por uma escória de petistas – chefiados por um gângster – para os quais a justiça, e por consequência a Constituição e os Códigos Legais do país, são tratados com um relativismo talhado para defender os bandidos das investigações no processo do Mensalão, da CPI do Cachoeira, CPI do rabo preso – patrocinada por um gangster, CPI que nasceu para destruir a oposição e tirar a atenção da sociedade do julgamento do Mensalão – e de todas as investigações conduzidas pela Polícia Federal nos últimos doze anos.


Tudo indica que os tentáculos do suborno moral e financeiro associados ao aparelhamento dos órgãos públicos da administração direta e indireta contaminaram quase toda a máquina administrativa do poder público e, por consequência, suas relações com o resto da sociedade onde temos outra escória, a de algumas dezenas de empresários – esclarecidos canalhas patrocinadores de políticos corruptos – que se associaram com a escória do petismo para roubar os contribuintes e dar cada vez mais fôlego financeiro ao projeto fascista do PT.


As atitudes de Lula, e suas consequências, depois que entregou o poder para sua apadrinhada feita presidente em um grotesco estelionato eleitoral demonstram que essa fraude de político e ser humano, exerce um poder paralelo inconsequente e irresponsável, fazendo a sociedade achar que, com poucas exceções, as instituições públicas e seus responsáveis são cúmplices e lhe devem favores e obediência.


Tudo indica que durante os seus mandatos o Retirante Pinóquio transformou o Poder Legislativo em um covil de bandidos quase sem recuperação e o Poder Judiciário em lacaio do Poder executivo que já exerce suas “prerrogativas” constitucionais de uma forma absolutamente fascista.


A sociedade privada espera covardemente o desenrolar desse embuste chamado de CPI do Cachoeira e a formalização da impunidade à gang dos 40 pelo STF seguindo as ordens do mais sórdido político de nossa história.


O preço a pagar pelos filhos e pelas famílias dos esclarecidos canalhas cúmplices da máfia da corrupção será muito alto. É somente uma questão de tempo para que as vítimas da falência da educação e da cultura perceberem o quanto estão sendo feitos de idiotas e imbecis pelo petismo e os milhões de cidadãos honrados e dignos acordem da passividade e perfilem todos esses canalhas genocidas no muro da vergonha.


Geraldo Almendra
27/maio/2012